voltámos para casa já depois das 2 pm, almoçámos nas calmas e, num instante chegou a hora de sair para encont
entramos e dão-nos 1 bengala como a que usam os invisuais. tacteando a parede, vamos ao encontro do nosso guia, josé, invisual desde os 16 anos. com ele, privados do sentido que aporta cerca de 75% da informação que recebemos do meio que nos rodeia, damos conta que o essencial existe mesmo, e que lhe passamos demasiadas vezes ao lado (ruído produzido por excesso de vias de comunicação em uso, é o meu palpite). passamos por ambientes muito variados, vivemos 1 série de experiências riquíssimas, apercebemo-nos do poder dos restant
hoje foi 1 bom dia na PUCCAMP. de manhã tivemos aulas teóricas - 1 delas, discussão de caso (diagnóstico final: cardiopatia isquémica com arterioesclerose difusa grave, com microinfartos subendocárdicos - vou abster-me de verbalizar o comentário que quem me conhece terá seguramente ouvido;P). almocei e estive na biblioteca numa mesa ao sol a estudar 1 bocadito... cólidade, sim! de tarde, supostamente teria de fazer a anamnese do paciente que eu e a carlinha temos de seguir esta semana. o problema foi que o senhor, deve ter ouvido que a portuguesa estava pa chegar, de modo que assim que entrei no quarto, ele levantou-se da cama e soltou um: "eu já tive alta, estou de saída!" Limitei-me a sorrir e a desejar-lhe felicidades! eh! eh! muito querido :) claro que, quando chegar lá amanhã à 8 am, vai estar 1 senhor à minha espera, e o PV (prof) cheio de vontade de me ouvir... e eu sem história para contar. enfim, depois conto o desfecho da novela ;)
do tanto que queríamos experimentar a viagem de ônibus, a sabrina fez-nos a vontade. ficámos vacinadas, fartas de ônibus para os próximos meses! tivemos que mudar 3 vezes e esperar sempre. demorámos 2h para chegar a casa, e vemos a última meia hora a dizer mal da ideia pregrina que teimámos em concretizar. serviu para perceber que para quem vive em valinhos e estuda em campinas, ao contrário de capricho, carro é necessidade básica, chiça!
assim vão as coisas, no lado de cá do atlântico, finalmente com o sol de regresso, e o termómetro a marcar mais alto do que seria o ideal (já sei... êta minina chatxinha! si tem é poRque tem, si num tem é poRque num tem!)
beijito a sorrir
ana:)
p.s. o sotaque daqui e de s. paulo é castiço, eles desenham muito os R, mas não os carregam, como os ingleses quando tentam falar poRtuguês! eheh!
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